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Grupo Aguetoni

Transporte, agro e inovação.

O INÍCIO

Tudo começou com um homem, uma estrada de terra e um sonho grande demais para caber na caçamba de um caminhão.

Sebastião Aguetoni.

Filho da Fazenda Jataí, nascido entre lavouras e horizonte.

Em 1955, com apenas 19 anos, ele pegou a direção da própria vida. No caminhão do pai, começou a transportar lenha para o frigorífico Anglo, em Barretos. Era o primeiro quilômetro de uma jornada que não pararia mais.

Em 1960, veio a mudança para a cidade para cuidar do mercado da família. Mas o chamado da estrada falou mais alto.

Em 1961, ele comprou seu primeiro caminhão. Carregou algodão. Carregou milho. Carregou esperança até São Paulo.

Nove anos depois, em 1970, trocou o volante pelo balcão. Virou o primeiro vendedor de calcário em Guaíra. Foi pioneiro em acreditar no poder daquele pó branco para transformar a terra. Mas nunca largou seus caminhões.

Até 1982, seguiu transportando mercadorias e insumos, porque estrada e campo sempre andaram juntos na sua história.

Ao lado de Ivete, seu amor e companheira de toda a vida, Sebastião construiu algo maior que negócio: construiu base. Com trabalho, humildade, honestidade e responsabilidade, ele plantou valores.

Valores que floresceram nos filhos, Aluízio e Dinamérico. Hoje, eles conduzem o Grupo Aguetoni. E a cada rota, a cada safra, a cada grão, seguindo honrando a história que começou com um jovem de 19 anos e um caminhão emprestado.

Tudo começou em 1955...

NOSSA HISTÓRIA

1987

1987 foi um marco para o transporte rodoviário no Brasil. Foi o ano em que São Paulo, sob o governo de Orestes Quércia, iniciou a duplicação das principais rodovias do estado, como Castelo Branco, Washington Luís e Dom Pedro I. Essa expansão preparou o estado para o aumento de fluxo de veículos que viria na década seguinte.

Também em 1987 foi inaugurado o Terminal Rodoviário Dom Fernando Gomes dos Santos, em Goiânia, para atender à crescente demanda de passageiros. Naquele momento, o modal rodoviário já se consolidava como hegemônico no país para cargas e pessoas.

Foi nesse cenário de crescimento, investimento e confiança nas estradas que Aluizio e Dinamérico começaram a trabalhar com transporte rodoviário.

A Aguetoni iniciou suas atividades, quando os irmãos guairenses Aluízio Serafim Aguetoni e Dinamérico Serafim Aguetoni uniram-se para colocar em prática a experiência de seu pai, um dos pioneiros no transporte de cargas no município de Guaíra. Estava sendo plantada a semente da Aguetoni Transportes.

Enquanto o Brasil duplicava suas rodovias e abria novos terminais, em Guaíra se escrevia o primeiro capítulo de uma história que hoje move pessoas, negócios e resultados por todo o país.


1990

1990 foi um ano de virada para o setor. Com o Programa Federal de Desregulamentação da Economia, o governo abriu espaço para a iniciativa privada investir e operar serviços públicos de transporte por meio de licitação. Foi também o ano da criação do Ministério da Infraestrutura, com a fusão dos Ministérios dos Transportes, Minas e Energia e Comunicações. No segmento de veículos, a Scania lançou a Série 3, com os chassis K, KT, S e SAL articulado, marcando o início de uma nova geração de caminhões e ônibus no Brasil. Nesse contexto de expansão e profissionalização das estradas, a Aguetoni também acelerou.

A Aguetoni Transportes cresceu junto com a demanda dos clientes e logo ampliou seus horizontes, criando a Aguetoni Abastecimento e Serviços Ltda, com a inauguração do Posto Jataí no ano de 1990 em Guaíra.

Enquanto o Brasil abria as rodovias para a iniciativa privada e renovava sua frota, em Guaíra a Aguetoni plantava mais uma raiz: o Posto Jataí.

O primeiro passo para um ecossistema que hoje integra transporte, agro e serviços.


1991

1991 foi um ano de ajustes importantes no transporte rodoviário brasileiro. Em São Paulo, entrou em operação a primeira linha de ônibus com embarque pela porta dianteira, a 805A-Circular Avenidas. Em julho, a municipalização do transporte coletivo foi oficializada pela Lei 11.037, e até o fim de 1992 toda a frota paulistana passou a embarcar pela frente.

No cenário macro, a década de 90 já mostrava a hegemonia das rodovias: no início dos anos 90, o modal rodoviário respondia por mais de 50% de todo o volume de carga do país. Era um Brasil cada vez mais conectado por estrada, com as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste mais articuladas entre si. Foi nesse contexto de crescimento e especialização que nasceu a Aguetoni Transportes.

Nasce a Aguetoni Transportes, com foco no transporte de insumos e da produção agrícola da Alta Mogiana. O objetivo era que a empresa tivesse o princípio baseado em três valores fundamentais: qualidade em produtos, eficiência absoluta em serviços e total satisfação de seus clientes.

Enquanto as cidades mudavam a forma de embarcar e o país consolidava a força das rodovias, em Guaíra a Aguetoni colocava no asfalto seus três pilares: qualidade, eficiência e satisfação. A semente plantada em 1987 começava a dar frutos na Alta Mogiana.


1994

1994 foi um divisor de águas para o Brasil. Com a implantação do Plano Real, a economia se estabilizou e o foco das empresas passou a ser a administração de custos e a eficiência operacional.

No transporte, a década de 90 marcou a virada para as privatizações. Rodovias, portos, ferrovias e terminais começaram a ser concedidos à iniciativa privada, trazendo mais investimento para o setor.

Ao mesmo tempo, o transporte rodoviário já movimentava mais de 56% de toda a carga do país, consolidando sua posição como principal modal brasileiro.

Foi nesse cenário de profissionalização e crescimento do agro que a Aguetoni expandiu ainda mais.

Diversificando os empreendimentos, foi fundada em 1994 a Aguetoni Agrícola, empresa de armazenamento e comercialização de calcário e gesso agrícola.

Enquanto o Brasil estabilizava sua moeda e abria as rodovias para o capital privado, em Guaíra a Aguetoni seguia o caminho da terra: criando uma nova empresa para armazenar e comercializar os insumos que fazem a lavoura render mais.

Do transporte ao agro, o Grupo começava a desenhar o ecossistema integrado que é hoje.


1999

1999 marcou a consolidação do transporte rodoviário como ponte entre países. Em 1º de março, foi promulgado o Acordo de Transporte Rodoviário Internacional de Passageiros e Carga entre Brasil e Venezuela, assinado em 1995. O objetivo era regular e integrar o transporte entre os dois países, com princípios de reciprocidade para cargas e passageiros. No Brasil, a segunda metade dos anos 90 foi de forte transformação: com a onda de privatizações de rodovias, o setor passou a contar com mais capital privado e novos investimentos. O modal rodoviário já respondia por 52% de toda a carga movimentada no país. Foi nesse momento de expansão urbana e de atenção ao atendimento local que a Aguetoni também cresceu. Inauguração do Posto Avenida, visando atender os bairros em crescimento na época, levando qualidade de serviços e produtos para os guairenses. Enquanto o Brasil abria suas fronteiras rodoviárias para a América do Sul e modernizava suas estradas com a iniciativa privada, em Guaíra a Aguetoni chegava mais perto das pessoas. O Posto Avenida nasceu para levar combustível, serviço e qualidade aos bairros que estavam crescendo.

Do internacional ao local, o Grupo seguia ampliando caminhos.


2000

O ano 2000 marcou o início de uma nova fase regulatória para o setor. Em 5 de junho de 2001 foi aprovada a Lei nº 10.233, que criou o CONIT, a ANTAQ, a ANTT e o DNIT, reestruturando todo o gerenciamento do transporte terrestre e aquaviário no país.

Também em 2000, o Brasil já era um país essencialmente rodoviário: mais de 60% das cargas e passageiros eram movimentados por estrada, enquanto ferrovias e hidrovias ficavam em segundo plano. São Paulo liderava com a maior malha de autoestradas do país, com quase 6.000 km.

Foi nesse cenário de crescimento da demanda e profissionalização do setor que a Aguetoni deu mais um passo estratégico.

Em 2000 foi criada a Rodotac, empresa de transportes rodoviário, parceria entre Aguetoni Transportes e Transmob, que visava atender a crescente demanda de seus clientes no setor de transportes.

Enquanto o Brasil estruturava novas agências para regular as estradas e consolidava a força do modal rodoviário, a Aguetoni se unia à Transmob para ampliar capacidade, frota e alcance.

A Rodotac nasceu para rodar mais longe e atender melhor.

Do campo à estrada, do local ao regional, o Grupo seguia conectando caminhos.


2003

2003 foi um ano histórico para o campo. O Brasil colheu 120,2 milhões de toneladas de grãos na safra 2002/03, um aumento de 24,2% frente à safra anterior e novo recorde na época. O clima extremamente favorável no Centro-Sul permitiu produtividades recordes em praticamente todas as lavouras.

A soja foi a grande protagonista: pelo quinto ano consecutivo teve produção recorde, chegando a 58,76 milhões de toneladas, com alta de 12,9%. Mato Grosso liderou a expansão, com quase 800 mil hectares a mais cultivados. O algodão também disparou 35,8%, para 1,15 milhão de toneladas de pluma. Foi nesse cenário de confiança e expansão agrícola que o Grupo Aguetoni deu um passo decisivo: Acreditando no potencial agrícola do nosso país, em 2003 o Grupo iniciou investimentos na aquisição de propriedades rurais ampliando suas áreas de plantio de cereais, atividades que os sócios exerciam em pequena escala no município de Guaíra. Foi o início da Aguetoni Agropecuária.

Enquanto o Brasil batia recordes de safra e o campo virava motor da economia, em Guaíra a Aguetoni saía da boleia do caminhão e colocava os pés na terra.

Nascia a Aguetoni Agropecuária, unindo transporte, logística e agora produção.


2010

2010 foi um ano de consolidação do modelo de concessões no Brasil.

Até aquele ano, a União já havia concedido 4.763 km de rodovias federais à iniciativa privada, junto com 10.471 km pelos estados.

As estradas concedidas passaram a ser referência em qualidade e manutenção, embora com pedágio.

Na segurança, o governo lançou em junho o "Projeto Vida no Trânsito", com foco em reduzir acidentes por 'beber e dirigir' e velocidade excessiva.

Cinco capitais piloto foram escolhidas, incluindo Curitiba e Campo Grande.

Foi nesse cenário de crescimento e demanda por mais capacidade que a Aguetoni expandiu novamente.

Foi criada outra empresa de Transportes, a Jataí Transportes, visando atender à crescente demanda do setor.

Enquanto o Brasil ampliava as concessões rodoviárias e renovava a frota com mais tecnologia, em Guaíra a Aguetoni criava a Jataí Transportes. Mais uma frente para dar conta do volume, da velocidade e da confiança que os clientes exigiam.

Do transporte ao agro, de 1987 até aqui, o Grupo seguia crescendo junto com o Brasil.


2013

2013 foi o ano em que a loja de conveniência deixou de ser "extra" e virou estratégia. O Brasil já contava com mais de 7 mil lojas de conveniência em postos, sendo a rede AM/PM a maior, com quase 2 mil unidades.

O foco do setor mudou: além do combustível, o consumidor buscava praticidade, lanches rápidos, café e atendimento ágil. Estudos da época já apontavam que 80% das vendas nas conveniências ainda estavam em categorias de baixa margem, como tabacaria, bebidas e bomboniere, e que o food-service representava menos de 17%. Ou seja, havia espaço para crescer em diversidade e valor agregado.

Outro dado importante: postos com loja de conveniência tinham margem 7,4% superior aos que não tinham esse serviço. Eram também mais de 39 mil postos revendedores operando no país, com grande concentração no Sudeste.

Foi nesse movimento de fortalecer a experiência do cliente que o Grupo Aguetoni também inovou: Em 2013, com o fortalecimento de sua rede de postos, foram criadas as lojas de conveniência Ponto A.

Visando oferecer diversidade de produtos aos seus clientes. Enquanto o Brasil descobria o poder da conveniência nos postos, em Guaíra a Aguetoni lançava o Ponto A.

Mais do que abastecer, era hora de oferecer variedade, rapidez e produtos que cabem no dia a dia do guairense.

Do tanque à prateleira, o Grupo seguia ampliando caminhos.


2014

2014 foi um ano de recordes e pressão para a logística agrícola. A safra de soja do Brasil chegou a 86,6 milhões de toneladas e o milho teve produção crescente, mas o transporte virou gargalo. 68% da soja brasileira ainda saía por rodovia, 25% por ferrovia e só 7% por hidrovia.

O problema: sem armazenagem suficiente no campo, o produtor escoava tudo logo após a colheita, entre fevereiro e maio para soja. Resultado: filas de caminhões nos portos e estradas sobrecarregadas.

Portos organizados cresceram 11,4% na tonelagem, mas os Terminais de Uso Privado puxaram a maior parte da movimentação.

Foi nesse cenário de demanda por logística sob medida que nasceu mais uma empresa do Grupo: Nasce a PLAN, empresa de logística criada para atender as necessidades específicas de alguns clientes. Hoje atua em movimentação interna de mercadoria dentro das unidades dos mesmos.

Enquanto o Brasil discutia corredores de exportação e multimodalidade para o agro, a Aguetoni criou a PLAN para resolver o que acontecia "porta adentro": movimentação interna, ágil e dedicada, dentro das unidades dos clientes.

Do campo ao porto, do externo ao interno, o Grupo seguia otimizando cada elo da cadeia.


2017

2017 consolidou uma tendência: o posto deixou de ser só bomba e virou ponto de parada. O número de lojas de conveniência no país chegou a 7,9 mil unidades, com crescimento de 3,2% no ano.

O motivo do boom? Rentabilidade. Estudos da época mostravam que quem compra na conveniência tende a ficar mais tempo no posto e consumir outros serviços. Nas cidades, o posto urbano se transformou em "strip mall": bares, lanchonetes, farmácias e lojas de conveniência cresceram 17% em relação a 2019. Lanches, doces, café e salgadinhos eram consumidos por mais de 40% dos clientes.

A lógica era clara: resolver a vida em um só lugar, de forma rápida e segura.

Foi nesse movimento de expansão e conveniência que a Aguetoni inaugurou mais uma unidade.

Foi inaugurado o Posto Califórnia, localizado em uma área de grande expansão em Guaíra, o posto além de combustíveis possui uma loja de conveniência Ponto A e espaço para futuras lojas comerciais.

Enquanto o Brasil transformava postos em pequenos centros comerciais, em Guaíra o Grupo Aguetoni acompanhou a tendência: combustível, Ponto A e estrutura pensada para crescer junto com a cidade.

Do tanque à conveniência, do posto ao bairro, o Grupo seguia na rota da expansão.


2024

2024 entrou para a história como um dos anos mais fortes do agro brasileiro. A Conab estimou a produção de grãos da safra 2024/25 em 339,6 milhões a 350,2 milhões de toneladas, um recorde histórico.

Isso representa alta de 14,2% a 16,3% frente ao ciclo anterior. Os números foram puxados por soja, milho, algodão e arroz. A soja sozinha deve chegar a 169,5 milhões de toneladas, com produtividade média recorde de 3.560 kg/ha. O milho somando as três safras deve atingir 132 milhões de toneladas, +14,3%.

Com volume tão grande, logística virou a palavra-chave.

Armazenagem e portos foram temas centrais para evitar filas e perdas. Foi nesse cenário de safra histórica e demanda por estrutura que o Grupo Aguetoni marcou posição:

O Grupo Aguetoni inaugurou um armazém graneleiro moderno em Água Comprida, MG, que simboliza um novo capítulo no agronegócio brasileiro. Este investimento é significativo para o grupo, que busca fortalecer a cadeia produtiva, especialmente para a exportação de grãos como soja, milho e sorgo.

Enquanto o Brasil batia recordes de produção e estruturava corredores de escoamento, em Água Comprida a Aguetoni entregava capacidade de armazenagem para encurtar distâncias, reduzir gargalos e acelerar a exportação.

Do transporte em 1987 ao armazém em 2024, o Grupo seguiu o movimento do agro: produzir mais, escoar melhor.


2025

2025 marcou a aceleração do ESG no setor de transporte. Com a Lei do Combustível do Futuro 14.993/24, o biometano ganhou protagonismo como alternativa renovável ao diesel. A meta é clara: reduzir emissões, diminuir a dependência de combustíveis fósseis e construir uma matriz de transporte de baixo carbono.

No setor, empresas já colhem resultados. Cases como pontos de abastecimento de biometano, frotas a gás e projetos que reduzem até 95% das emissões de CO₂ no transporte pesado mostram que sustentabilidade deixou de ser discurso e virou investimento.

Na COP30, o tema central foi justamente como descarbonizar a logística sem perder escala e competitividade.

Porque transporte sustentável é mais que reduzir fumaça no escapamento. É ESG aplicado:

Ambiental: Menos CO₂, menos poluentes locais e aproveitamento de resíduos orgânicos para gerar energia limpa. O biometano transforma o que seria descarte em combustível.

Social: Cidades com ar mais limpo, menos ruído e mais segurança para motoristas e comunidades no entorno das rotas.

Governança: Transparência em metas de descarbonização, rastreabilidade de emissões e alinhamento com políticas públicas e clientes que exigem cadeia limpa.

O planeta pede urgência. O setor de transportes pode responder com 63% de aumento de emissões até 2050 se nada mudar. Por isso, cada litro de diesel, substituído por biometano é um passo para conter o aquecimento global e preservar recursos para as próximas gerações.

Foi dentro dessa nova era que o Grupo Aguetoni deu um passo decisivo:

Adquiriu os primeiros caminhões da TAG, uma nova operação com veículos movidos a gás biometano. Uma nova era do transporte com sustentabilidade.

Mais do que renovar a frota, a Aguetoni assume um compromisso ESG: operar com energia renovável, reduzir a pegada de carbono da logística e mostrar que é possível transportar o agro brasileiro com responsabilidade ambiental e social.

Do diesel ao biometano, do lucro ao impacto positivo, o Grupo segue movendo cargas e movendo o futuro do planeta.


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