
No campo, o resultado da safra começa muito antes da colheitadeira entrar na lavoura. Ele começa no preparo, na regulagem e, principalmente, na capacitação de quem opera.
Pensando nisso, o Grupo Aguetoni, em parceria com a Goiasmaq, realizou um Treinamento Pré-Colheita exclusivo para nossos colaboradores de Minas Gerais. Porque aqui a gente acredita: investir no aprendizado dos nossos profissionais é investir direto na rentabilidade do campo.
Por que o treinamento pré-colheita faz tanta diferença?
A colheita é uma das etapas mais críticas e caras da safra. Pequenos erros de operação geram grandes prejuízos.
Os números mostram:
- Perdas na barra de corte chegam a 64% do total na colheita de soja. A altura de corte e a velocidade do molinete são os primeiros pontos a checar.
- Mecanismos internos mal regulados respondem por 15% a 20% das perdas.
- Até 50% das perdas de trigo poderiam ser evitadas com atenção à velocidade, regulagem das colhedoras, período de colheita, treinamento do operador e umidade do grão.
-No Brasil, entre colheita e consumo, as perdas de frutas e hortaliças chegam a 40%. Em países desenvolvidos, esse número não passa de 10%.
Na prática, isso significa sacas no chão, qualidade rebaixada e menos dinheiro no bolso do produtor.
O que muda com um operador treinado?
Estudos apontam que o treinamento dos operadores, junto com manutenção e regulagens diárias, é essencial para não prejudicar o desempenho das máquinas e a qualidade do material colhido.
Operadores bem capacitados conseguem:
Ajustar corretamente a colhedora para a cultura e o terreno;
Reduzir impurezas e perdas de matéria-prima na cana, por exemplo;
Operar com mais eficiência, evitando velocidade excessiva que aumenta perda e impureza;
Fazer manutenção preventiva e leitura de dados em tempo real, otimizando a colheita.
Aguetoni + Goiasmaq: Aprendizado que vira resultado
O treinamento oferecido pela Goiasmaq aos nossos times de Minas Gerais trabalhou pontos como regulagem de plataforma, velocidade ideal, leitura de umidade, segurança na operação e técnicas para reduzir perdas quantitativas e qualitativas.
É a nossa forma de colocar em prática um dos nossos pilares: investir sempre no aprendizado dos nossos profissionais. Porque máquina boa, sem gente qualificada, não entrega resultado.
Reduzir perdas pós-colheita não é só uma questão técnica. Tem impacto econômico direto: estudos estimam que só a redução de perdas poderia gerar um aumento de R$ 18 bilhões na produção da economia brasileira.
Na Aguetoni, a gente não colhe por acaso. A gente colhe com técnica, com segurança e com gente preparada.
Quer saber mais sobre nossos programas de capacitação para operadores e agregados? Fale com o RH Aguetoni.
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